New mining code published in Portugal

The new mining code been published a few days ago (June 22). You may obtain it here: lei_54_2015_regimejuridico (in Portuguese).

Drop me a line if you are planing to invest in the Portuguese mineral sector (new opportunities created by the new law; hopefully no new obstacles): a comment here or a message to luischambel@sinese.pt; I will get back to you (currently in London for the Mining on Top: Africa).

Avrupa and Lowell Copper sign option agreement on Alvito Project (iron-oxide-copper-gold, southern Portugal)

June 22, 2015

Avrupa Minerals Ltd. (AVU:TSXV) and Lowell Copper Ltd. (JDL:TSXV) have signed an option agreement to explore the Alvito iron-oxide-copper-gold (“IOCG”) project in southern Portugal. Lowell Copper can earn up to an 80% interest in the project by incurring total exploration expenditures on the project of US$4.4 million and completing a pre-feasibility study over an 8-year period.

Paul Kuhn, President & CEO of Avrupa, stated that “We are pleased to have attracted a technically strong joint venture partner in Lowell Copper to our Alvito Project. The track records of Mr. David Lowell and other key management and shareholders of the company are impressive and will aid in ensuring that the Alvito project is well-explored.”

David Lowell, Chairman & CEO of Lowell Copper, noted that “The Alvito IOCG project has large potential, and we are looking forward to working with the Avrupa team in this prolific mining region of Portugal.”

You may see the full news release at AVRUPA’s website or download the pdf document from here: nr_2015_06_22.

Guerra de diamantes em Angola – SPE vs ENDIAMA

É uma pena; trabalhei na SPE – Sociedade Portuguesa de Empreendimentos SA no início da minha carreira. Nutro ainda pela pela empresa um sentimento híbrido, de gratidão, por me ter introduzido no mundo onde haveria de desenvolver boa parte da minha atividade profissional, e, também, de orgulho, porque a SPE é uma das herdeiras da grande DIAMANG mas também porque muitos dos seus técnicos e colaboradores ousaram ir para Angola nos anos de chumbo, quando mais ninguém se atrevia, ajudando a recolocar de pé na década de 80 a então decadente indústria angolana dos diamantes. É também um sentimento de pena e revolta, porque um importante património nacional (financeiro – a SPE foi salvo erro criada em 1978 com um capital de 50 milhões de dólares, mas sobretudo humano e intelectual) foi desbaratado ao longo dos anos em virtude de sucessivos erros de gestão. Mas a história aqui é outra:

Na realidade, a SPE nada deve à ENDIAMA: o título das notícias de hoje em vários diários nacionais é apenas o resultado de uma guerra jurídica levada à insanidade. Um pedido de indemnização é considerado resposta a outro da parte adversária, uma habilidade a outra habilidade; parece aquela rábula dos Gato Fedorento em que duas velhinhas competem pela título de doença mais grave – um espetáculo ridículo e contraproducente (quer para as empresas, quer para os Estados e accionistas privados envolvidos).

Estas notícias levam a perguntar:

  • Quem ganha com o prolongamento e exacerbação desta guerra?
  • Ao invés de dispender os recursos dos contribuintes portugueses e angolanos em guerras jurídicas, sendo insanáveis as diferenças, inevitável (mesmo se lamentável) o divórcio entre as empresas, não teria sido possível chegar a um acordo de separação justo e amigável? Há tanta oportunidade de desenvolver projetos de prospecção e exploração de diamantes em Angola, que com um mínimo de conhecimento, imaginação e boa vontade, teria sido possível chegar a uma solução aceitável.
  • Naturalmente, seria necessário que do lado angolano houvesse boa-fé e vontade (porque não haveria?) e do nosso lado, o Estado Português encarasse a SPE e a atividade de prospecção e exploração de diamantes em Angola como algo mais que um assunto desagradável, nomeando gestores com algum conhecimento da indústria e, gradualmente, promovesse a reprivatização da companhia.
  • Privatiza-se a TAP; porque permanece o Estado Português (através da SPE) no sector dos diamantes em Angola? Alguém me sabe responder?

PERITO – CLASSIFICADOR – AVALIADOR DE DIAMANTES: WORKSHOP A 18 MAIO

A atividade de perito-classificador-avaliador de diamantes em bruto em território nacional só pode ser exercida por quem for detentor de título profissional válido e reúna condições de idoneidade, sendo a INCM a entidade competente para o procedimento de habilitação e emissão do respetivo título, nos termos da Lei n.º 5/2015, de 15 de janeiro, e da Portaria n.º 109/2015, de 21 de abril.
A pessoa singular que reúna as condições necessárias e que pretenda obter o título profissional de perito-classificador-avaliador deverá submeter-se a exame a realizar na INCM, composto por uma parte teórica e por uma parte prática.
A Lei determina ainda que a INCM é a entidade competente para a impressão dos certificados de importação e exportação de diamantes em bruto, cuja emissão, validação e verificação competem à Autoridade Tributária e Aduaneira.

https://www.incm.pt/portal/uco_diamantes_bruto.jsp

Vai realizar-se no dia 1 de Junho o exame para Perito – classificador –avaliador de diamantes – anúncio do exame, aqui, que preencherão, nos termos da Lei 5/2015 uma função crítica no processo de importação e exportação de diamantes em bruto. A Portaria 109/2015 estabelece, também, algumas condições para o exercício daquela função.

O exame tem uma estrutura e critérios já definidos e afixados.

No próximo dia 18, realizarei um workshop no INCM para esclarecimento de dúvidas relativamente ao processo de acreditação de perito – classificador – avaliador. Em particular, serão abordada as questões:

  • Classificação de diamantes em bruto no Sistema Harmonizado.
  • Estrutura do relatório a emitir pelo Perito – classificador –avaliador no âmbito do processo de importação – exportação de diamantes em bruto.

O acesso ao workshop é livre mas limitado à lotação da sala e implica uma inscrição prévia. Basta contactar-me através do meu e-mail: https://xmbl.wordpress.com/contacts-and-requests/.

O tempo urge, pelo que havendo interesse, é necessário iniciar o processo de candidatura e manifestar o interesse junto do INCM – Contrastaria. A melhor pessoa a contactar na Contrastaria a este propósito é a Dr.ª Helena Felgas. Em alternativa, podem sempre contactar-me e reencaminharei a mensagem.

Almina investe 45 milhões na mina de Aljustrel

De acordo com o Económico, a ALMINA irá investir 45 milhões de euros em 2015 na aquisição de equipamento para expansão da sua capacidade de produção. A este investimento está ligada a criação de 20 novos postos de trabalho. A empresa prevê faturar perto de 125 M€ em 2015, um acréscimo de 20% em relação ao ano anterior.

Para aceder ao texto completo da notícia, basta clicar: http://economico.sapo.pt/noticias/almina-investe-45-milhoes-na-mina-em-aljustrel_217923.html

LUNDIN MINING PUBLISHES 2014 ANNUAL REPORT

Lundin Mining (TSX: LUN; Nasdaq Stockholm: LUMI) just announced that the 2014 Annual Filings Document is available for download from the Company’s website. You may also obtain it from here: lun_annual_filings

Lundin Mining Corporation is a diversified base metals mining company with operations in Chile, Portugal, Sweden, Spain and the United States, producing copper, zinc, lead and nickel. In addition, Lundin Mining holds a 24% equity stake in the world-class Tenke Fungurume copper/cobalt mine in the Democratic Republic of Congo and in the Freeport Cobalt Oy business, which includes a cobalt refinery located in Kokkola, Finland.

NEVES-CORVO: em 2014, pela primeira vez, mais zinco que cobre

Neves-Corvo é a mais importante mina portuguesa. Localizada no Baixo Alentejo, na Faixa Ibérica Piritosa, é constituída por um conjunto de massas de sulfuretos complexos exploradas em lavra subterrânea. A mina é hoje propriedade da Lundin Mining, que acaba de publicar o relatório anual de 2014 – lun_annual_filings.

Em resultado, por um lado, dos teores decrescentes de cobre no minério explorado, uma tendência natural à medida que a idade da mina avança e, por outro, da produção do jazigo de Lombador (que contribuiu para o crescimento da produção de zinco em 26% face a 2013), Neves-Corvo produziu mais zinco que cobre, mudando o seu perfil de produção.

Neves-Corvo produced 51,369 tonnes of copper and 67,378 tonnes of zinc for the year ended December 31, 2014. Production from the Lombador ore body helped contribute to a 26% increase in zinc production over the prior year, and an annual zinc production record. Copper production met guidance, but lower copper head grades, metallurgical recoveries and ore throughput resulted in lower copper production compared to the year ended December 31, 2013. Copper cash costs1 of $1.85/lb for the year were in-line with our latest full-year guidance ($1.85/lb).”

in Lundin Mining 2014 Annual Report