EU agrees law to curb flow of conflict minerals – much ado about nothing

According to REUTERS (WORLD NEWS | Tue Nov 22, 2016 | 1:47pm EST), The European Union agreed a deal on Tuesday to stem the flow of gold and other metals used to fund armed conflicts or produced in conditions that breach human rights.

EU importers of tin, tungsten, tantalum, gold and their ores will from 2021 have to carry out checks on their suppliers in legislation that will also apply to smelters and refiners.

Human rights campaigners said the agreement was a half-hearted first step, with imports of finished products that may contain the minerals not included and an end result that exempted a large number of companies.

To read it in full: http://www.reuters.com/article/us-eu-trade-conflict-id

Much ado about nothing, one of my favourite Shakespeare plays.

Oil and metals: Goliath and David

Another excellent infographic published by Visual Capitalist (a few weeks ago).
They left diamonds out of the picture, a pity. They included graphite, diamond’s darker and duller brother, though; curiously enough, both markets are very similar in value (diamond production marginally smaller, at close to $14B).
Courtesy of: Visual Capitalist

Prospects, a blog from BHP

Yes, it’s kind of promoting competition, but a new blog has been launched by BHP. The  new blog – PROSPECTS – was launched almost two months ago (yes, I have been busy working on already late reports). The blog may be visited at: bhpbilliton.com/prospects.

BHP Billiton launched Prospects, a blog series, to provide insights on global trends relevant to our business and our stakeholders.

The blog will offer views on economics, commodities outlook and individual markets, and broader issues such as policy, governance and our social contribution.

Prospects provides an avenue to contribute to debates that are important to BHP Billiton. It will also feature interactive information profiling each of the Company’s commodities, geographic markets and market segments by industry and use.

The first two Prospects topics available today are “Does China have too much debt?” and “Electric vehicles – why all the noise?” are written by Vice President of Analysis and Economics, Dr Huw McKay, based in Singapore.

(http://www.bhpbilliton.com/investors/news/bhp-billiton-launches-prospects-blog)

Hope you find it useful.

Nova Edição do Curso sobre Avaliação de Jazigos e outros Activos Minerais

IST (FUNDEC – 19, 20 e 21 de Setembro 2016) – Luís Chambel (Sínese) e Jorge de Sousa (IST)

O curso destina-se a engenheiros de minas e geólogos, estudantes de licenciaturas e mestrados nas áreas da engenharia de minas e geologia, gestores de empresas mineiras, analistas de bancos e empresas do sector financeiro com atividade no sector dos recursos minerais.

Para obter o programa do curso, clique aqui: programa-avaliacao-jazigos_set2016.

A ficha de inscrição pode ser obtida aqui: ficha-de inscrição-avaliacao-jazigos_set2016

Após um superciclo de expansão de produção (preços e volumes), a indústria mineral encontra-se numa fase caracterizada pela incerteza quanto às perspectivas futuras, por uma tendência geral de baixa de produção e acréscimo da volatilidade de preços. As decisões de investimento ou desinvestimento ou financiamento dum projeto de prospecção ou exploração de um depósito mineral são críticas em qualquer fase do ciclo económico; são especialmente relevantes em situações como as atuais.

Aquelas decisões baseiam-se, em última análise, na capacidade de avaliar corretamente os jazigos e minas, isto é, de estimar custos (OPEX e CAPEX), receitas e risco associados à mineração do jazigo com base nas características da mineralização (e.g. volume, teor e preço unitário da mineralização e suas distribuições espaciais) e do maciço (e.g. hidrogeologia, geotecnia) e nas condições operacionais e de mercado (atuais e previsíveis).

O curso tem como objectivo fornecer aos participantes as bases teórico-práticas necessárias para avaliar jazigos e outros ativos minerais. Com este curso, os formandos desenvolverão competências para calcular o valor de jazigos e outros ativos minerais, estimando, classificando e reportando os recursos e reservas de jazigos minerais aplicando padrões internacionais. O curso apresenta de forma interligada um conjunto de metodologias, conceitos e ferramentas úteis na avaliação de jazigos e ativos minerais, nomeadamente:

  • Modelo DCF (discounted cash flow)
  • Normas internacionais – NI – 43.101 e CIM (Canadá), PERC (União Europeia), Nações Unidas, SME (Estados Unidos).
  • Métodos quantitativos, estatísticos e geoestatísticos de cálculo de recursos e reservas.
  • Métodos de avaliação de jazigos e concessões.
  • QA/QC, competent/qualified person.
  • Avaliação de risco.

O curso é apresentado recorrendo a casos práticos de avaliação de jazigos e outros activos minerais, nacionais e internacionais.

Para obter mais informações, contactar luischambel@sinese.pt.

The Portuguese mineral industry – update

Portugal has a long tradition in the mining industry (in our European heartland and, during our long and rich History, in other territories in South America, Africa, Asia). Romans mined (gold and other metals, natural stone) in what is now the Portuguese territory and before them the Celts and Phoenicians.

The  Portuguese mining industry is now built around three main pillars:

  1. The natural stone sector (with hundreds of active marble, granite and limestone quarries and high quality manufacturing centers – we are the largest per capita natural stone exporter: market research here).
  2. The metals (especially Au and W – in the country’s north and center – and Cu-Zn in VMS Iberian Pyrite Belt – in the south).
  3. Industrial rocks and minerals (kaolinite, felspar, aggregates, etc.).

There are several active exploration – evaluation projects (base metals, gold, tungsten) in the country and high potential for lithium and other mineral commodities. To know more about our mineral industry, just read Mineral Resources of Portugal, the latest official statistical information or, better still, contact us at luischambel@sinese.pt.

Portuguese infrastructure is first-class and where else do you find warmer people and weather and better food and wine?

Curso sobre Avaliação de Jazigos e outros Activos Minerais

IST (FUNDEC – 11, 12 e 13 de Abril 2016) – Luís Chambel (Sínese) e Jorge de Sousa (IST)

O curso destina-se a engenheiros de minas e geólogos, estudantes de licenciaturas e mestrados nas áreas da engenharia de minas e geologia, gestores de empresas mineiras, analistas de bancos e empresas do sector financeiro com atividade no sector dos recursos minerais.

Após um superciclo de expansão de produção (preços e volumes), a indústria mineral encontra-se numa fase caracterizada pela incerteza quanto às perspectivas futuras, por uma tendência geral de baixa de produção e acréscimo da volatilidade de preços. As decisões de investimento ou desinvestimento ou financiamento dum projeto de prospecção ou exploração de um depósito mineral são críticas em qualquer fase do ciclo económico; são especialmente relevantes em situações como as atuais.

Aquelas decisões baseiam-se, em última análise, na capacidade de avaliar corretamente os jazigos e minas, isto é, de estimar custos (OPEX e CAPEX), receitas e risco associados à mineração do jazigo com base nas características da mineralização (e.g. volume, teor e preço unitário da mineralização e suas distribuições espaciais) e do maciço (e.g. hidrogeologia, geotecnia) e nas condições operacionais e de mercado (atuais e previsíveis).

O curso tem como objectivo fornecer aos participantes as bases teórico-práticas necessárias para avaliar jazigos e outros ativos minerais. Com este curso, os formandos desenvolverão competências para calcular o valor de jazigos e outros ativos minerais, estimando, classificando e reportando os recursos e reservas de jazigos minerais aplicando padrões internacionais. O curso apresenta de forma interligada um conjunto de metodologias, conceitos e ferramentas úteis na avaliação de jazigos e ativos minerais, nomeadamente:

  • Modelo DCF (discounted cash flow)
  • Normas internacionais – NI – 43.101 e CIM (Canadá), PERC (União Europeia), Nações Unidas, SME (Estados Unidos).
  • Métodos quantitativos, estatísticos e geoestatísticos de cálculo de recursos e reservas.
  • Métodos de avaliação de jazigos e concessões.
  • QA/QC, competent/qualified person.
  • Avaliação de risco.

O curso é apresentado recorrendo a casos práticos de avaliação de jazigos e outros activos minerais, nacionais e internacionais.

Para obter mais informações, contactar luischambel@sinese.pt.

Lundin Mining 2015 Production Results and 2016 Operating and Capital Guidance

In a news release (click here) of January 21 (two days ago) Lundin Mining announces its 2015 Production Results and provides 2016 Operating and Capital Guidance.

Lundin Mining Corporation (TSX:LUN)(OMX:LUMI)

Lundin Mining is a diversified base metals mining company with operations and projects in Chile, Portugal, Sweden, Spain and the U.S.A producing copper, zinc, lead and nickel. In addition, Lundin Mining holds a 24% equity stake in the world-class Tenke Fungurume copper/cobalt mine in the Democratic Republic of Congo and in the Freeport Cobalt Oy business, which includes a cobalt refinery located in Kokkola, Finland. (from Lundin’s website)

Mr. Paul Conibear, President and CEO commented: “The Company finished 2015 on a strong note and achieved or exceeded annual production guidance at each operation. In light of the current commodity price environment our operating and capital investment activities will continue to focus on financial flexibility and maximizing cash flows in order to preserve the Company’s strong balance sheet.” (from the news release)

Lundin's production results compared to the latest guidance.png
Lundin’s 2015 production results compared to the latest guidance
2016 Lundin Production and Cost Guidance.png
Lundin’s 2016 Production and Cost Guidance

 

350 Angolan kwanza (AOA) for one dollar (USD) is now the informal rate

With plummeting oil prices and an oil based economy, the Angolan currency has further lost its value, now with a street value of 350 kwanza (AOA) for one dollar (USD). The informal (street) value is now half of the official rate (itself well bellow last year’s value).

The challenges for the Angolan Government are always big in a country needing growth and stability; now they have become bigger, with inflation and loss of fiscal revenues. Notwithstanding the difficulties, Angola never lost its optimism even in (much more) difficult times – with creativity and hard work this will be only a temporary crisis.

What to expect from gold in 2016

The World Gold Council just published their review of gold’s performance during 2015, examining the factors that may influence gold in 2016.

According to the World Gold Council’s report, the effect that US rates have had on the gold price is overdone and may take a back seat in 2016. Amid expensive stock valuations and high market risks, gold’s role as a portfolio diversifier and tail risk hedge is particularly relevant.

Their report is available here or at their website.

USGS Tantalum report (just published)

Two years ago I was involved in a very interesting tantalum project in the Republic of Congo (Brazzaville) – photo gallery here. I have since then followed with attention this metal’s market news (and its idiosyncrasies, being one of the 3TG minerals – subject to control under the conflict minerals framework).

USGS just published a report on the evolution of this metal’s market and production structure and origin in the last 15 years. It’s well worth reading (thanks to USGS for publishing the report) – you can get it here.