Duas novas autorizações de exploração semi-industrial para cooperativas na Lunda Sul

De acordo com notícia publicada no Novo Jornal, o Ministério de Geologia e Minas deu autorização a duas cooperativas para a exploração semi-industrial de diamantes na Lunda Sul.

As autorizações foram dadas às cooperativas Linga Tchimwe (numa área de 54 km2) e Kulha (9 km2). Os direitos são atribuídos por um ano, podendo ser prorrogados por quatro.

Angola é um dos principais produtores mundiais de diamantes, tendo extraído  em 2015 mais de nove milhões de quilates (menos de duas toneladas), com um valor de quase 1.200 milhões de dólares ( a um preço médio em torno de 130 USD/ct).

Exploração de calcário em zonas cársticas

Guia de boas práticas em discussão pública

Guia_conultaA Sociedade Brasileira de Espeleologia disponibilizou a versão preliminar do Guia de Boas Práticas de Mineração de Calcário em Áreas Cársticas e convida todos a participar enviando críticas, comentários e sugestões.

(a Terra é de todos; neste caso, este Guia está à disposição de todos os falantes da língua de Camões, Pessoa e Vinícius – que todos contribuamos para a versão final com as nossas ideias, comentários e sugestões)

Este Guia é uma importante iniciativa da Cooperação Técnica entre a Votorantim Cimentos, a Sociedade Brasileira de Espeleologia e a Reserva da Biosfera da Mata Atlântica que reafirma o seu compromisso de propor soluções inovadoras para o desenvolvimento económico com responsabilidade social e ambiental.

Elaborado por uma equipa de especialistas de diversas áreas do conhecimento, os seus principais objetivos são a proposta de práticas mais sustentáveis e menos danosas para a atuação das mineradoras em áreas cársticas e permitir a avaliação cíclica do processo de mineração em áreas de karst.

Neste momento, a Sociedade Brasileira de Espeleologia convida todos a partilhar das suas opiniões, sugestões e visões sobre o documento. Para tanto, sugere que usemos a ficha de consulta disponível neste link e encaminhemos a nossa contribuição para o e-mail cooperacaotecnica@cavernas.org.br até dia 03 de janeiro de 2016.

The social and economic impacts of gold mining

World Gold Council logoWorld Gold Council just published a new report on the social and economic impacts of gold mining. The report examines the wider footprint of gold mining and its implications for growth and development. To obtain the full report, just click: the-social-and-economic-impacts-of-gold-mining. You may also visit World Gold Council.

Key findings

  • Total contribution of over US$171bn to the global economy.
  • Total number of jobs that result from commercial gold mining rises to around 4.2 million globally.
  • In most gold producing countries, over 90% of the industry’s employees are local workers.
  • Over 60% of the countries covered in the report are low or lower-middle income with substantial socio-economic development needs.
  • 70% of the value that gold mining companies distribute within an economy relates to payments to local suppliers and employees.
  • Gold mining’s direct economic contribution to the global economy has increased seven-fold from 2000 to 2013.

World Gold Council infographic_1

Safe and sustainable mining with ISO standards

SAFE AND SUSTAINABLE MINING WITH ISO STANDARDS
Mining is a temporary activity, with mines operating from anywhere between a few years and a few decades. Increasingly, however, what happens after a mine is closed, and the impact this has on the local community and environment, has an important influence on the competitiveness of the mining operation.
A new ISO subcommittee on mining reclamation management (ISO/TC 82/SC 7) has recently been created to develop International Standards that can help minimize the potential long-term damage from mining activities.
MINERAÇÃO SEGURA E SUSTENTÁVEL COM NORMAS ISO
A mineração é uma actividade temporária, com períodos que variam, normalmente, de poucos anos a algumas décadas. Aquilo que acontece após o fecho da mina e o impacto que aquela decisão tem nas comunidades e ambiente locais tem, de forma crescente, um grand impacto na competitividade da operação mineira.
O reconhecimento daquele facto conduziu à criação de um novo subcomité ISO (ISO/TC 82/SC 7) para desenvolver Normas Internacionais que possam ajudar a minimizar o impacto de longo-prazo das actividades mineiras.


Best practices to adopt when a mine closes

Even though mining reclamation management is thoroughly done during operation, it is a general characteristic of mining reclamation that potential damages are observed for a long time after closing mines. And it is usual that a boosted regional economy due to the mining industry declines very rapidly after closing those mines and the region faces cavitations. According to experts:

The mining reclamation management must be supported by government and developers together and the opinions of local residents must be actively reflected in the process.

Government and mine operators must prepare measures for the control and monitoring of the environment, the utilization of closed mines, the activation of the regional economy, and the budget for the project at the time of closing the development.

Government and mine operators must prepare for the local residents, who could potentially be impacted by mine closings, an official communication channel to allow interaction between all stakeholders. For example, public hearings are a proven tool to ensure open communication.

in http://www.iso.org/iso/home/news_index/news_archive/news.htm?refid=Ref1933