100 anos – DIAMANG, 2017

Bom Agosto, boas férias para todos os que as gozam agora.
É altura de começar a planear o final do ano e 2018.

A DIAMANG faz 100 anos daqui poucos meses.

É oportunidade para celebrarmos ao longo de 2017 e 2018, a DIAMANG e os diamantes, Portugal e os Portugueses, Angola e os Angolanos.
Já existem algumas ideias; são precisas mais. O que podemos fazer, e onde?
  • O quê?
    • Conferências técnicas
    • Almoços
    • Exposição de fotografias
    • Edição de livros
    • Artesanato da Lunda
    • Minerais e rochas ligados aos diamantes
    • Que mais?
  • Onde?
    • Lisboa, claro.
    • Luanda, evidentemente.
    • Porque não na Lunda?
    • Porto.
    • Sardoal.
    • Moura.
    • Viana do Castelo.
    • Onde mais?
Serão precisos voluntários para ajudar a organizar e coordenar os eventos; estou certo que poderei contar com Pedro Batista Tomé, Joao Pedro Roque, Isabel Inácio, Luz d’Oliveira Belchior, Jose de Sá, Graziela Valente, Ana Carvalho, Isabel Redondo e muitos outros em todo o Mundo.
Vamos precisar de recursos audiovisuais, peças e artefactos, mapas, filmes e fotografias (antigas e modernas).
Se me fizerem chegar (através de comentários no blog, no Facebook ou LinkedIn ou através do meu email – luischambel@sinese.pt) as vossas ideias, nome e contactos durante Agosto, poderemos começar a organizar tudo logo no início de Setembro – o primeiro evento será a 16 de Outubro.
Abraço a todos.
Boas férias.

Camissombo – Moquita – Lucapa – Saurimo – Malanje – Luanda: ida e volta

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A caminho do trabalho – garimpo na Lunda Norte

Um projecto de prospecção e exploração de diamantes de aluvião levou-me, de novo, a Angola.

Estreámos uma nova tecnologia (um drone acabado de comprar; como vivemos até agora sem um?), revimos velhos amigos e fizemos novos conhecimentos, falámos com garimpeiros e ouvimos a chamada muçulmana para as orações às 4 da manhã no Lucapa, experimentámos uma (para nós) inédita viagem por estrada Camissombo – Moquita – Lucapa – Saurimo – Malanje – Luanda, atravessámos e viajámos no rio Luachimo.

Viajo (e trabalho) há vinte cinco anos para Angola; nenhuma viagem foi tão intensa. Os filmes e as fotos que irei publicando ao longo das próximas semanas são para mim forma de não esquecer; para quem já lá viveu, pretexto para recordar.

A Sínese é uma empresa especializada em Geologia Económica e Análise e Sistemas Inteligentes. Fundada em 1995, a Sínese realizou estudos técnicos, económicos e de mercado, desenvolveu sistemas de informação especializados, concebeu e implementou projetos de prospecção, avaliação, mineração de recursos minerais em diversos países e continentes – Europa (Portugal), África (Angola, República do Congo, África do Sul, Angola) e nas Américas (Canadá, Estados Unidos, Brasil, Argentina, Uruguai e Equador).
Em particular, a Sínese esteve envolvida em inúmeros projetos ligados à prospecção e mineração de diamantes jazigos aluvionares e quimberlíticos em Angola e no Brasil, de pedra natural em Portugal, no Brasil e em Angola e de ouro e/ou nióbio e tântalo (nomeadamente aluvionares) em Portugal e na República do Congo, manganês e outros metais no Brasil.
A Sínese, coordenada por Luís Chambel – luischambel@sinese.pt , é constituída por uma equipa coesa, flexível e altamente qualificada, com especialistas em diversas disciplinas técnicas e científicas, desde a Engenharia de Minas, Geológica Económica e Aplicada, Sistemas de Informação Geológica, Estatística e Análise de Dados.

The Chicapa River (Lunda – ANGOLA), a river of kimberlites and diamonds

The Chicapa River (Lunda, ANGOLA): a river of kimberlites and diamonds.
The Chicapa River (Lunda, ANGOLA): a river of kimberlites and diamonds – November 2009.

Angolan diamonds earned their reputation from their alluvial sources. The rich alluvial deposits of the Cuango, Luachimo, Chicapa, Chiumbe, Luana and Luembe rivers (running S – N, flowing from the center of Angola into the Kasai River in Congo) contain a very high proportion of gem diamonds. These rivers also cross or border many of the country’s kimberlites, e.g. the Chicapa River that crosses the Camatchia, Camafuca-Camazambo, Damba, Camuanzanza and Sangamina kimberlites, adding to their importance.

DIAMANG: the old times, a new photo gallery

DIAMANG 1960 - Luembe river diversion works
Luembe river diversion works – 1960 (DIAMANG)

Many people and institutions have been involved in the Angolan diamond industry during the last 100 years; places and natural features unknown until then have fallen under the spotlight of the industry. Among those involved, some had a leading role. DIAMANG was the greatest among them; this gallery (in time, a set galleries) honors the Company and the men and women that built it.

Luembe (Chimbongo) diamond deposits (NE Angola) – first photo gallery

Luembe river diamonds
Luembe river diamonds

The Chimbongo (aka Chibongo)- Luembe river, NE Angola – alluvial diamond deposits have been worked for several decades. The area is characterised by a close to 3 diamonds per carat diamond size and a 150-200 USD/ct price range.
The Luembe river, an affluent of the Kasai (itself a tributary of the mighty Congo river) structures the mineralisation (present in the gravels of the river bottom and in its alluvial plains but also in earlier conglomerates – the cretacic Calonda Formation – aka Cuango or Kwango Formation).
Luxilo, located north of N’Zargi, is the most important locality nearby and was formerly the base camp of the Chimbongo mining operations.
The blog has a new photo gallery about this deposit. Other galleries will follow suit – keep checking.