Don’t know if it will rain tomorrow, but

the World Gold Council just published a report discussing the next three decades for gold – Gold 2048. Based on the opinions of several industry experts, the document discusses where key trends may lead the precious commodity and the industry:

  • The expanding middle class in China and India, combined with broader economic growth, will have a significant impact on gold demand.
  • Use of gold across energy, healthcare and technology is changing rapidly. Gold’s position as a material of choice is expected to continue and evolve over the coming decades.
  • Mobile apps for gold investment, which allow individuals to buy, sell, invest and gift gold will develop rapidly in India and China.
  • Environmental, social and governance issues will play an increasing role in re-shaping mining production methods.
  • The gold mining industry will have to grapple with the challenge of producing similar levels of gold over the next 30 years to match the volume it has historically delivered.

The best way to avoid getting wet in tomorrow’s economy is to listen to the weatherman, reading experts’ opinions to form your own. The report is available at the World Gold Council’s website.

2017 diamond flows and what lies ahead

IDEX just reported on the 2017 Diamond Pipeline in the latest number of their online magazine. The 2017 update of IDEX’s conceptual map is an insert of a wider analysis of the current state of the diamond industry. It’s always worthwhile to read informed analysis; don’t miss it at http://www.idexonline.com/Magazine.html.

IDEX’s Magazine view is somber, considering 2017 as the calm before the storm. “The industry is heading into a period where the next few years will see some of the fundamental operating principles of the industry undergo changes“. The main industry drivers, in their opinion are the

  • industry financing,
  • tightening diamond supplies (apparently good news for me, as my company is active in the exploration and evaluation of diamond deposits especially in Angola),
  • lab-grown diamonds (synthetics) – our favorite villain since I remember,
  • compliance and the
  • data tsunami (with the potential to reshape the industry) – see our post of a few weeks ago on gold, gold, gold, crypto coins, blockchain and diamonds.

I am an optimist: changes are just a fact of life. There will be those that won’t adapt, others will. To be one of the laters, keep checking your markets’ pulse, keep changing.

Quase a acabar, até 6 de maio, exposição sobre ouro antigo no Museu Nacional de Arqueologia

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Até 6 de maio
Ouro antigo. Do Mar Negro ao Oceano Atlântico

A Roménia e Portugal possuem importantes acervos museológicos de ourivesaria antiga. Traçando um arco sobre a Europa, os metais preciosos da Roménia e de Portugal estabelecem uma ponte entre particularidades regionais e históricas e elementos comuns da evolução da ourivesaria.

O MNA apresenta uma proposta de diálogo arqueológico e artístico entre tesouros milenares dos dois países, fruto de uma organização conjunta da Embaixada da Roménia em Portugal, da Direção-Geral do Património Cultural, do Museu Nacional de História da Roménia, do Museu Nacional de Arqueologia e do Instituto Cultural Romeno em Lisboa, no ano em que se celebram cem anos de relações diplomáticas bilaterais.

in MNA Digital Boletim Maio 2018

Apresentação do Livro “Carvão de Aço” de Adriano Miranda, 7 maio 2018

7 de maio de 2018 – 12.30 – Biblioteca da FEUP

“… Os mineiros do Pejão ensinaram-me os valores da dignidade e da luta. Os valores do Trabalho. Foi assim que me fiz. Com eles …”
“…Tenho muito pouco orgulho nos trabalhos que faço, mas neste, sim, tenho muito orgulho … Uma homenagem àqueles Homens …”
Adriano Miranda

O Departamento de Engenharia de Minas e a Biblioteca da FEUP promovem no próximo dia 7 de maio (12.30) uma apresentação do Livro “Carvão de Aço” do fotojornalista Adriano Miranda.

Em 1992, Adriano Miranda era estudante no Curso de Fotografia na AR.CO em Lisboa. Entre muitos projetos académicos, Adriano entregou-se de alma e coração a recolher imagens nas Minas do Pejão em Castelo de Paiva, projeto que se prolongou até 1994,  ano do encerramento do complexo mineiro.

Passados 25 anos e de uma forma surpreendente, os milhares de negativos a preto e branco voltaram a ver a luz do dia dando origem ao Livro “Carvão de Aço”, um memorial aos homens e mulheres que trabalharam nas Minas de Carvão do Pejão.

Esta apresentação pretende ser mais uma oportunidade para dar voz à Comunidade Mineira do Pejão e perpetuar a memória de uma atividade que envolveu tantos mineiros e por muito tempo ao serviço da sociedade.

Se prevê estar presente e meramente para fins logísticos, o Departamento de Engenharia de Minas da FEUP solicita que se inscreva através do seguinte endereço:
https://paginas.fe.up.pt/~formularios/deminas/